Ainda permanece como sempre
Aquela imensidão de campo
Aquele friozinho de inverno.
Aqui dentro invade-se a tecnologia
E o matrix se impera
Permaneço lá no meu fantástico
E sempre perfeito mundo virtual.
Não há mais fogos lá fora
Para me assustar quando devido
Bem como a fogueira junina
Para aquecer a minha existência.
As crianças na matrix
Os velhos a dormirem cedo
E eu a escrever
Em vez de estar vivendo.
E vamos nos aquecendo
Com trajes cada vez mais necessários
Enquanto o coração vai se esfriando
Coberto na medíocre-bela contemporaneidade.
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