Sob o burburinho de multidões
Es em silêncio a menina
Menina que em rua não se nota
Que em cotidiano não se saliencia.
Silêncio que em casa provoca
A eclosão de burburinhos inauditos
Que com apenas soluços se rompe
Um grito ou esboço de suspiro.
As multidões de vozes tangenciais
Os inúmeros sonhos divergentes
A vontade de não ser só gente
Sob o quadro... Multicores reveladas.
Como livro que se esconde
Embaixo de almofadas
Eis a menina a ofuscar
A verdadeira expressão... essência... da arte.
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