Coitada da Maria
Por achar que é coitada
Nesse mundo tão narcisista
És como um pêndulo com asas
Voa… voa… essa Maria
E não volta
Desse mundo de utopia
E choras como infante
Que não alcança o brinquedo
Porque precisa da mão do amante
E se revolta … se digladia
Como um urso enjaulado
A viver sem regalias
E como é triste ser a Maria
Que tendo o básico
Almeja a eterna melhoria.
Nenhum comentário:
Postar um comentário