Carta ao leitor
Vais dormir amigo leitor,
Deves estar cheio e triste
Desses poemas sem palavras,
Cuja realidade crua e fria,
Vais inundando teu ser,
Que nem sabias existir.
Como um gato na janela,
Esperavas uma sardinha,
Pensava haver algo na pia.
Estavas certo:
Existia.
Mas era um saco de pedras.
Por que não desististes de primeira?
Teimoso que és,
Querias saber o que sempre soube.
Como um cão ansiando pelo seu osso,
Na porta de um velho,
Cuja geladeira está vazia,
Estavas lá a esperar.
Mas o quê?
Dorme!
Vais dormir amigo leitor,
Deves estar cheio e triste
Desses poemas sem palavras,
Cuja realidade crua e fria,
Vais inundando teu ser,

Que nem sabias existir.
Como um gato na janela,
Esperavas uma sardinha,
Pensava haver algo na pia.
Estavas certo:
Existia.
Mas era um saco de pedras.
Por que não desististes de primeira?
Teimoso que és,
Querias saber o que sempre soube.
Como um cão ansiando pelo seu osso,
Na porta de um velho,
Cuja geladeira está vazia,
Estavas lá a esperar.
Mas o quê?
Dorme!
Nenhum comentário:
Postar um comentário